Política
Encontro destacou que Integração entre as cidades da região fortalece soluções conjuntas no setor

Leitinho participa de assembleia da ARES-PCJ e reforça parceria regional

Segundo o prefeito, a integração entre as cidades é fundamental para garantir eficiência, qualidade e sustentabilidade nas políticas de saneamento; evento ocorreu em Americana e reuniu prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais

O prefeito de Nova Odessa, Cláudio Schooder, o Leitinho (PSD), participou da 30ª Assembleia Geral Ordinária da ARES-PCJ, agência reguladora dos serviços de saneamento básico na região. O evento ocorreu recentemente em Americana e reuniu prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais para discutir avanços e desafios na área de regulação e saneamento.

Leitinho esteve acompanhado do presidente da ARES-PCJ, Dalto Favaro Brocchi, do vice-prefeito de Jaguariúna, Valdir Parisi, e do presidente da Coden Ambiental, Rean Sobrinho.

Durante a reunião, foram debatidos temas estratégicos ligados à regulação dos serviços de saneamento e à cooperação entre os municípios consorciados.

Segundo o prefeito Leitinho, a integração entre as cidades é fundamental para garantir eficiência, qualidade e sustentabilidade nas políticas de saneamento, fortalecendo o trabalho conjunto na região.

“O encontro contou com a presença de diversas autoridades, entre prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais. Foram discutidos temas importantes relacionados à regulação e ao saneamento, reforçando o compromisso da administração com a melhoria contínua dos serviços públicos e a cooperação entre os municípios consorciados”, afirmou Leitinho.

REDE DE ESGOTO

Ainda na área do saneamento, a Prefeitura de Nova Odessa encaminhou para a Câmara Municipal um projeto de lei que autoriza a fiscalização e a punição a imóveis com ligações irregulares de águas pluviais na rede de esgoto. O projeto atende pedido do Ministério Público.

A proposta concede à Coden Ambiental poderes para vistoriar residências, comércios e outros estabelecimentos, a fim de identificar despejos indevidos que comprometem o sistema de coleta e tratamento.

De acordo com o projeto, passa a ser proibida qualquer ligação de águas da chuva ou de drenagem na rede coletora de esgotos. Imóveis em situação irregular terão prazo de até 180 dias para se adequar, após a publicação da lei.

A companhia poderá realizar testes, acessar os imóveis com autorização dos responsáveis ou, se necessário, por decisão judicial, para verificar o cumprimento das normas.

Caso a irregularidade seja confirmada, o proprietário será notificado para regularizar a situação em até 90 dias. Se o problema persistir, será aplicada multa inicial de 10 UFESPs (cerca de R$ 380), com acréscimo diário até a regularização. A proposta também prevê penalidades para quem impedir a fiscalização, com multa inicial de 20 UFESPs (cerca de R$ 760), além de cobrança diária enquanto durar o bloqueio.


Deixe um comentário