Escolas cívico-militares da região já contam com sete policiais da reserva
Unidades estaduais de Sumaré, Hortolândia e Nova Odessa iniciaram ano letivo com o apoio de policiais em meio a novo modelo de ensino; militares atuam dando suporte em questões como disciplina, segurança e acolhimento
As escolas estaduais que adotaram o modelo cívico-militar em
Sumaré, Hortolândia e Nova Odessa iniciaram o ano letivo com o apoio direto de
sete policiais militares da reserva. Os profissionais passaram a atuar como
monitores nas unidades nesta segunda-feira (2), data que marcou o início das
aulas na rede estadual paulista.
Três escolas começaram a funcionar dentro do novo formato
educacional na região. Em Sumaré, o programa foi implantado na Escola Estadual
Marinalva Gimenes Colossal da Cunha, no Parque Jatobá. Em Hortolândia, a
iniciativa chegou à Escola Estadual Yasuo Sasaki, no Jardim Santa Esmeralda. Em
Nova Odessa, a Escola Estadual Professora Silvania Aparecida Santos, localizada
no Jardim Santa Luiza, foi uma das selecionadas.
Em Sumaré, são três policiais da reserva. A unidade de Hortolândia tem dois monitores atuando no cotidiano escolar. A escola de Nova Odessa conta com dois monitores. O ano letivo começou com 100 unidades que aderiram ao programa escola cívico-militar no Estado.
Tiveram direito a voto, mãe, pai ou responsável pelos alunos
menores de 16 anos de idade; estudantes a partir de 16 anos de idade, ou
familiares, em caso de abstenção de alunos dessa faixa etária; e professores e
outros profissionais da equipe escolar.
Além da manutenção da carga horária (parcial ou integral),
tais escolas seguirão o Currículo Paulista, avaliações e projetos definidos
pela Secretaria da Educação. O principal diferencial é o apoio de policiais
militares da reserva que atuarão como monitores na segurança, disciplina,
acolhimento e na promoção de valores cívicos.
Foram selecionados para as funções de monitores candidatos
aprovados por uma banca avaliadora após análise de títulos e documentos
comprobatórios da aptidão para o desempenho das tarefas nas escolas. Todos os
militares do Programa Escola Cívico-Militar serão avaliados periodicamente, por
diretores e alunos, e submetidos ao processo semestral de avaliação de
desempenho para verificar adaptação e permanência no modelo.
Além disso, os monitores devem, obrigatoriamente, participar de curso de capacitação, com carga horária mínima de 40 horas.
DIFERENTES PÚBLICOS
“O programa Escola Cívico-Militar é mais uma opção às
famílias. Nossa rede é grande e nossa proposta é atender diferentes públicos de
acordo com o que eles acreditam ser melhor para seus filhos. Além disso,
optamos por distribuir as unidades em todas as regiões do Estado e em
municípios com índice de desenvolvimento humano (IDH) abaixo das médias
estaduais e nacionais”, explica o secretário da Educação de São Paulo, Renato
Feder.

Deixe um comentário